CRM Jurídico

O que um CRM Jurídico pode e não pode fazer

01 set 2026 · Stratcompany

Todo escritório de advocacia já usa algum software jurídico — o sistema que controla prazo processual, andamento e movimentação de causa. Isso não é discutível: é ferramenta de trabalho, exigida pela rotina forense.

O problema aparece quando o escritório tenta usar esse mesmo software, ou nenhum, pra resolver um problema completamente diferente: organizar o relacionamento com quem ainda não é cliente, ou com quem já fechou e precisa de acompanhamento de honorários e indicação.

Dois territórios, duas ferramentas

Software jurídico responde: "em que fase está o processo X?" CRM Jurídico responde outra pergunta: "quantas pessoas fizeram consulta esse mês, quantas fecharam, e quem indicou quem?"

São perguntas diferentes, com donos diferentes dentro do escritório. Misturar as duas coisas numa ferramenta só — ou pior, tentar fazer o CRM de captação também controlar prazo — cria risco desnecessário: prazo perdido por estar no lugar errado, ou dado de cliente espalhado em duas fontes que não conversam.

Onde o CRM Jurídico atua

  • Funil de consulta: do primeiro contato até o fechamento
  • Honorários: cobrança e histórico financeiro por cliente
  • Relacionamento: histórico de contato, retorno, satisfação
  • Indicação: de onde vêm os clientes e como isso se repete

Onde ele nunca vai atuar

Prazo processual, andamento e movimentação de causa continuam — e devem continuar — no software jurídico do escritório. Essa fronteira é proposital: é o que torna o CRM Jurídico seguro de usar dentro dos limites da OAB, sem se tornar mais uma ferramenta de risco processual.

É esse recorte que guia como a Stratcompany constrói e implanta o CRM Jurídico pra cada escritório — organizando o que realmente falta, sem invadir o que já funciona.


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